11/10/2014

Anselmo Ralph Depois de conquistar Angola, Portugal , pretende apostar No Brasil em 2015

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O Cantor Anselmo Ralph que faz muito sucesso, Em Angola e Portugal pretende apostar no mercado Brasileiro.
O cantor confessou que tem muitos projectos internacionais , e pretende reforçar sua presença no Brasil e com isso pretende gravar um Best of e um DVD ao vivo , e fazer musicas direcionadas para o Brasil. E gravações de musicas com artistas brasileiros é uma das estratégias a adoptar, com o fim de conquistar mercado e alavancar popularidade e vários shows em um mercado bastante competitivo porem muito rentável que é o Brasil.
Anselmo Neste momento está em processo de gravação de um documentário a ser divulgado em Breve.
O sucesso de Anselmo Ralph passou pela Suíça mas começou em Angola, claro. Um êxito que o transformou no sétimo lugar do top 10 dos músicos mais rentáveis do continente africano. O ranking, divulgado em setembro pela Forbes Africa em par­ceria com o canal sul-africano de música Channel O, é lidera­do pelo senegalês Akon, seguido dos nigerianos Don Jazzy, P-Square, D’Banj, Wizkid e 2FACE Idibia. Sete anos depois de ter lançado o primeiro album, Histórias de Amor, o músico de 32 anos é mais do que um nome, uma marca. E empresas como Sa­msung e Coca-Cola cedo se aperceberam disso, apressando-se a capitalizar comercialmente a sua projeção. A empresa ango­lana de telecomunicações Unitel lançou uma linha de telemó­veis Samsung personalizados com wallpapers e ringtones do in­térprete de Não Me Toca, que também já lançou uma fragrância masculina. O potencial internacional do músico captou a aten­ção da Sony Music (que detém artistas como Miley Cyrus, Bri­tney Spears e o conterrâneo Yuri Cunha), que assinou contrato com ele no início de 2012.
 Anselmo Ralph  Depois de conquistar Angola, Portugal , pretende apostar No Brasil em 2015

Para este sucesso não é alheia a biografia do cantor que nas­ceu Anselmo Ralph Andrade Cordeiro, em Luanda, a 12 de março de 1981. O filho do diplomata Leal Cordeiro e de Bernardeth Andrade cresceu entre a Europa, África e os EUA – onde o pai foi embaixador nas Nações Unidos. Em criança, como o próprio explicou numa recente entrevista ao programa Etnias da SIC Internacional, era tímido. «Sempre tive medo de multidões, de enfrentar o público. E ser músico nunca foi algo que pen­sasse fazer no futuro», conta, recordando, em jeito de brinca­deira que nos primeiros anos da sua carreira essa introspeção lhe valeu uma alcunha. «Chamavam-me o músico mais tími­do de Angola

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